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domingo, 5 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
sábado, 4 de dezembro de 2010
ano velho / ex perimenta l
ano velho
Janeiro fevereiro abril agosto
Quando olho o espelho
Só vejo o seu rosto
Setembro outubro dezembro
Quando olho meu rosto
É você que vejó
ex perimenta l
Silvio Prado
sexta-feira, 7 de maio de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
TeMpOeSiA
PS: Cito aqui a poesia visual, "TEMPOESIA" de AL CHAER , que prova que, usando as palavras do próprio, “nós autores muitas vezes trilhamos os mesmos caminhos de saída, com chegadas distintas, mas dentro da mesma linha e com uma mesma solução temática, com poucas diferenças nas soluções estéticas.”
AL CHAER, um imenso abraço de admiração.
Silvio Prado
quarta-feira, 24 de março de 2010
os planos e os beijos
não deixe tudo
quando tudo melhorar
quando não chover
quando esquentar
deixe a chuva cair
deixe a chuva te molhar
quando chover
quando o beijo acontecer
Silvio Prado
segunda-feira, 22 de março de 2010
quatro elementos
*imagem net
os quatros elementos
criativos como os próprios segmentos
transformando os rumos ocasionalmente
entre carne e osso
nossas conversas chegam a parecer um holocausto
de palavras impregnando, embriagando
nossas almas, nossas vidas, nossa noite...
que amortece nossos nervos com sua penumbra
e nos faz passageiros de nos mesmos
num universo de momentos e tempos
temos uma mensagem para aqueles que não acreditam
eles estão certos.
4uatro elementos
segunda-feira, 8 de março de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
vitrine
sombras passam passos
vitrine enfeitada
eterna, invisível
sombras vão
sombras voam
alguma delas pode ser sua?
alguma delas pode ser minha?
tudo passa tão depressa
toda massa se apressa
fogem do fim
corro do fim
fogem de mim
alguma delas pode ser sua!
vitrine, vitrine, vitrine
quantas já possuiu?
alguma delas...
todas são minhas
estou só e só
Silvio Prado
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
noites de insônia
no meio da insônia acordo
no passado imagino deusas encantadas
pedindo pra readormecer
uma pobre múmia desenrolada
pobre múmia desenrolada
que em uma história sem fim
fora condenada a eterna escravidão
escravo de si escravo sim
do seu próprio ser da sua própria imaginação
no meio da insônia acordo
na escuridão vejo sombras indignadas
pedindo pra libertar
uma pobre cobaia amordaçada
pobre cobaia amordaçada
que presa a um destino cruel
por ela mesma traçado
vai seguindo seu papel
em lentos passos marcados
no meio da insônia acordo
no silêncio ouço vozes desesperadas
pedindo pra acordar
um pobre diabo amedrontado
no meio da insônia acordo
Silvio Prado
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
fotos e fatos
novos tempos
sentados no chão
bebendo vinho
taças de vento
falavam em sonhos
um sonho ao vento
sentados no chão
sonhando sonhar
um mundo ameno
fotos antigas
velhos coros
sentados no chão
bebendo tempo
taças de ouro
falavam em sonhar
um sonho ao vento
sentados no chão
lembrando lembrar
um sonho pequeno
fotos amarelas
pouco tempo
sentados no chão
bebendo ouro
sentados no chão
bebendo ouro
taças de vinho
falavam em lembrar
um sonho ao vento
sentados no chão
tentando parar
o tempo passando
fotos sem cor
tempo não há
sentados no chão
bebendo vento
taças de ar
falavam lembrar
um sonho ao vento
sentados no chão
fingindo não ver
o sonho v o a n d o a n d o
Silvio Prado
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 12 de março de 2008
soneto do amor pôr ti
desde que passaram-se horas
após o fim do dia
do dia em que te conheci
após o fim do dia
do dia em que te conheci
desde que a cada dia
a cada hora, segundos
dias e dias sem fim
a cada hora, segundos
dias e dias sem fim
desde que muito antes
antes de ti e de mim
desde que nada existia
existia sim! o amor pôr ti
antes de ti e de mim
desde que nada existia
existia sim! o amor pôr ti
desde então, agora e depois
sou dois, sou um, e assim
desde sempre e mais à frente
este amor vai existir
Silvio Prado
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